Na Vila Nova Conceição, o valor da mediana dos negócios fechados no 1º trim./26 foi de R$ 38.355/m² ante R$ 26.227/m² no 4º trim./25, com variação positiva de 46,2%. Considerando o mesmo período em 2025, quando a mediana foi de R$ 41.234/m², observou-se variação negativa de 7,0%. Apesar da recuperação expressiva no curto prazo, o comparativo anual ainda indica acomodação após um patamar mais elevado.
A mediana dos valores dos apartamentos anunciados no 1º trim./26 foi de R$ 33.750/m² ante R$ 32.797/m² no 4º trim./25, com variação positiva de 2,9%. Em comparação ao 1º trim./25, quando a mediana foi de R$ 28.897/m², houve variação positiva de 16,8%. O indicador reforça uma trajetória consistente de aumento dos preços pedidos, mesmo em um cenário de ajustes pontuais no mercado transacional.
A mediana dos valores dos apartamentos em construção foi de R$ 39.655/m² no 1º trim./26 ante R$ 35.612/m² no 4º trim./25, com variação positiva de 11,4%. Na comparação com o 1º trim./25, quando a mediana foi de R$ 39.509/m², observou-se relativa estabilidade, com leve variação positiva de 0,4%. Como os valores são apurados com base no estoque disponível, o avanço trimestral pode refletir mudança no mix de unidades ofertadas, sem necessariamente indicar pressão direta de preços, mas pode sugerir alteração no perfil das unidades disponíveis.
A mediana do valor de locação passou de R$ 141,2/m² no 4º trim./25 para R$ 157,2/m² no 1º trim./26, com variação positiva de 11,3%. Na comparação com o 1º trim./25, quando o valor era de R$ 143,7/m², observa-se variação positiva de 9,4%, com contínua elevação no primeiro trimestre.
A mediana móvel dos negócios fechados apresentou retração de 16,3%, passando de R$ 34.400/m² para R$ 28.800/m². Apesar da queda nos valores por metro quadrado, o ticket médio avançou de R$ 5,71 milhões para R$ 6,15 milhões, com leve redução no número de negócios (-8,2%), indicando mudança na composição da amostra, com maior participação de unidades de maior valor absoluto.
Nos anúncios, a mediana móvel avançou 6,3%, atingindo R$ 33.500/m² ante R$ 31.500/m², ampliando o descolamento em relação aos valores transacionados. Já os lançamentos registraram retração de 33,0%, com mediana de R$ 26.800/m², movimento que pode estar associado à recomposição do estoque, com entrada de produtos em faixas de preço inferiores.
Na locação, a mediana móvel apresentou alta de 2,7%, passando de R$ 145,9/m² para R$ 150,0/m². O crescimento moderado da renda, frente à queda dos preços de venda, tende a sustentar leve recomposição do retorno, ainda em patamar característico de ativos de alto padrão.
Dados referentes a apartamentos acima de R$ 2 milhões.
Nº de negócios
3
Valor mínimo
23077
Valor médio
26512
Valor máximo
32550
Nº de negócios
2
Valor mínimo
22727
Valor médio
35135
Valor máximo
53571
Nº de negócios
1
Valor mínimo
55659
Valor médio
55659
Valor máximo
55659
Dados referentes a apartamentos acima de R$ 2 milhões.
Nº de negócios
4
Valor mínimo
21814
Valor médio
27789
Valor máximo
35662
Nº de negócios
3
Valor mínimo
22697
Valor médio
31448
Valor máximo
33840
Nº de negócios
3
Valor mínimo
17834
Valor médio
22293
Valor máximo
32051
Dados referentes a apartamentos acima de R$ 2 milhões.