Em Perdizes, o valor da mediana dos negócios fechados no 1º trim./26 foi de R$ 12.966/m² ante R$ 16.492/m² no 4º trim./25, com variação negativa de 21,4%. Em relação ao mesmo período em 2025, quando a mediana foi de R$ 15.244/m², houve variação negativa de 14,9%. A retração expressiva indica perda relevante de nível nas negociações, entre os dois últimos trimestres e no comparativo anual.
O valor da mediana dos apartamentos anunciados foi de R$ 20.505/m² no 1º trim./26 ante R$ 17.373/m² no 4º trim./25, com variação positiva de 18,0%. Em comparação ao 1º trim./25, quando a mediana foi de R$ 19.085/m², houve aumento de 7,4%. O avanço nos preços pedidos ocorre em sentido oposto ao observado nos fechamentos, ampliando o distanciamento entre oferta e transação.
Para os apartamentos em construção, a mediana foi de R$ 19.556/m² no 1º trim./26 ante R$ 17.869/m² no 4º trim./25, com variação positiva de 9,4%. Na comparação com o 1º trim./25, quando a mediana foi de R$ 17.239/m², houve variação positiva de 13,4%. O movimento indica elevação consistente nos valores, possivelmente associada à entrada de unidades com maior padrão no período.
A mediana do valor de locação passou de R$ 76,3/m² no 4º trim./25 para R$ 109,7/m² no 1º trim./26, com variação positiva de 43,8%. Em relação ao 1º trim./25, quando o valor era de R$ 73,5/m², observa-se variação positiva de 49,3%. O comportamento sugere um pico recente nos valores, destoando do padrão histórico e possivelmente associado a fatores conjunturais no início do ano.
A mediana móvel dos negócios fechados apresentou alta de 6,7%, passando de R$ 13.500/m² para R$ 14.400/m². Apesar da valorização dos preços por m², o ticket médio recuou de R$ 3,15 milhões para R$ 2,72 milhões, acompanhado de forte queda no número de negócios (-78,8%), indicando baixa liquidez e possível concentração em unidades de menor valor.
Nos anúncios, a mediana móvel avançou 5,6%, de R$ 17.800/m² para R$ 18.800/m², ampliando o descolamento em relação aos valores transacionados. Já os lançamentos registraram alta de 6,3%, passando de R$ 17.500/m² para R$ 18.600/m², indicando pressão positiva no novo estoque.
Na locação, a mediana móvel apresentou alta de 16,9%, passando de R$ 76,9/m² para R$ 89,9/m². O avanço da renda, superior à valorização dos preços de venda, sugere a melhora do retorno, reforçando a atratividade do bairro no segmento de renda.
Dados referentes a apartamentos acima de R$ 2 milhões.
Nº de negócios
2
Valor mínimo
14384
Valor médio
17808
Valor máximo
21233
Nº de negócios
2
Valor mínimo
14380
Valor médio
15759
Valor máximo
16129
Nº de negócios
2
Valor mínimo
9000
Valor médio
13844
Valor máximo
18893
Dados referentes a apartamentos acima de R$ 2 milhões.
Nº de negócios
3
Valor mínimo
19130
Valor médio
18959
Valor máximo
20803
Nº de negócios
3
Valor mínimo
13319
Valor médio
15941
Valor máximo
16055
Nº de negócios
3
Valor mínimo
17490
Valor médio
17692
Valor máximo
17895
Dados referentes a apartamentos acima de R$ 2 milhões.